
Este artigo refere que apesar da UE estar a atravessar uma crise de contornos indefinidos o país avançou na boa direcção, melhorando os índices económicos e o nível de qualidade de vida.
Realço alguns aspectos positivos flagrantes:
- A esperança de vida passou dos 70,3 para os 74,5 anos nos homens e de 77,1 para 81 anos nas mulheres.
- Em termos de PIB a diferença de Portugal relativamente à média da UE diminuiu: o PIB per capita (em Padrão de Poder de Compra) passou dos 54,2 por cento em 1986 para os 68 por cento em 2003 (UE a 15).
- O investimento em acessibilidades foi significativo, uma vez que em 1986 havia 196 km de auto-estradas, hoje há 2091 km.
- A taxa de inflação sofreu uma descida, dos 11,7 para os cerca de 2,2 por cento.
- A taxa de juro em 1986 era na ordem dos 15,8 por cento em 2005 desceu até aos 3,4.
- Percentagem de despesa do PIB em Investigação e Desenvolvimento passou de 26,4 por cento da média europeia para os 40,2 por cento.
Gostaria que a UE não perdesse o seu rumo e continue a ser um modelo mundial de bem-estar social e de respeito pelas diferenças a todos os níveis. Que não envereda por um caminho demasiado economicista. Penso que será fundamental para o futuro da humanidade.
1 comentário:
Esse numeros sao de facto animadores, mas infelizmente por falta de visao, ou competencia, temos cada vez mais, ficado afastados do progresso do resto da Europa.
Ate ja dentre os novos aderentes, ha quem nos ultrapassou.
Nao quero dizer que sou contra, sou e contra as prioridades que se tem tomado, nesta nossa triste republica.
Um abraco e bom fim de semana.
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